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Newsletter # 04

Nesta Newsletter você poderá ler: 
1. Memphis e Graceland
2. Capacete
3. Ai, garupa!
4. Voo solo

 



  • Memphis.html

    Memphis e Graceland

    A maior cidade do Estado do Tennessee é Memphis, com 680 mil habitantes. Foi fundada em 1819 e incorporada à federação em 1826. "The River City", como é conhecida, ao lado de New Orleans e Nashville, compõe o trio de cidades mais representativas da música norte-americana.

    Foi pra lá que Elvis Presley se mudou em 1957, comprando uma fazenda que seria transformada em mansão, a Graceland.. Construída por S. E. Toof  em 1939, o nome foi dado em homenagem à sua filha, Grace. A compra de Graceland por Elvis conferiu-lhe fama imediata, sendo hoje uma das mansões mais conhecidas em todo o mundo e a segunda mais visitada nos Estados Unidos, perdendo apenas para a Casa Branca.

     

    Em 2006, Graceland recebeu o então presidente George W. Bush acompanhado pelo primeiro ministro do Japão Junichiro Koizumi para visitação. O primeiro ministro japonês é um grande fã de Elvis, além de fazer aniversário no mesmo dia – 8 de janeiro.

    O museu apresenta pertences, troféus e roupas de Elvis, sua coleção de carros e motos e até seu avião, o "Lisa Marie", um Convair 880. Ele foi trazido para a mansão em 1984 e hoje é uma das maiores atrações.

     
     
     

    Graceland é aberta para visitação, embora não sejam permitidas fotos com flash ou câmeras dentro da propriedade.

    Além de Graceland, vale a pena uma visita à gravadora Sun Studio e do Memphis Rock'n'soul Museum.

    Nosso roteiro Rota do Blues passa por Memphis e outras cidades-berço do Rock, Blues e Jazz norte-americano. São 12 dias de aventura a bordo da sua moto preferida, com equipe e veículo de apoio.

  • Capacete.html

    Capacete

    Qual o melhor modelo de capacete? O mercado está repleto de opções, com diversos tipos, preços e modelos. Não é regra, porém as preferências também recaem sobre o estilo de moto que se usa. A turma das motos esportivas prefere capacetes mais chamativos, muitas vezes com as cores do time de algum piloto profissional e fechados.

    Os capacetes integrais ou fechados são os mais seguros, por possuírem maior área de proteção, muitas vezes confeccionados com matérias mais resistentes, como a fibra de carbono.

    Quem anda nas Gran-Turismo prefere cores mais sóbrias normalmente com capacetes fechados. Estes, além da maior segurança comentada, costumam filtrar melhor o barulho da estrada. Há também a opção dos capacetes híbridos ou escamoteáveis. Eles permitem abrir a “queixeira”, proporcionando melhor acesso (principalmente quem usa óculos) e ventilação. Por ter um sistema que abre e fecha, esses capacetes tendem a não filtrar tão bem o barulho do vento. Um bom escamoteável atenderá bem o quesito “barulho”, mas há quem não os use por esse motivo.

     

    Já no fora de estrada, os capacetes abertos são mais usados. Em geral possuem uma queixeira e uma pala. É possível usar com óculos específico para o fora-de-estrada, que fica preso na parte posterior, com um elástico. Eles costumam ter um visual agressivo e bem colorido, também.

     

    O capacete ¾ também é usado com freqüência, pois fica aberto na frente, somente com a viseira, permitindo uma maior sensação de liberdade. Esses modelos não oferecem tanta segurança por não terem proteção para o queixo. Também são mais barulhentos. As motos Custom, em geral, andam a velocidades de cruzeiro mais baixas e costumam ter pára-brisa. Talvez por isso, esses fatores, não atrapalhem muito o seu uso.

    É muito agradável passear de moto “sentindo o vento”, mas numa estrada, depois de algumas horas, isso se torna bastante cansativo. Em caso de chuva, um capacete bem vedado também é importante. É muito difícil prosseguir viagem com um capacete que permita entrada de água e embace a viseira.

     

    Pode-se ter um modelo para uma voltinha no bairro, um passeio na serra com curvas a baixa velocidade e um integral para aquela viagem mais longa. Um modelo “vintage” para sair com a moto estilizada, um mais claro para os dias quentes, um mais escuro para dar um visual mais “agressivo”, enfim... Comprar capacetes pode ser viciante!

  • Garupa.html

    Ai, Garupa!

    Levar um passageiro na garupa requer certos cuidados para o desfrute de uma viagem agradável. O comportamento da moto altera de forma sensível e essa regra é proporcional ao tamanho e à potência. Quanto menor a moto,  mais ela vai sofrer com o peso extra. É importante observar no manual do veículo a capacidade de carga, para que não se exceda esse peso ao viajar com uma pessoa na garupa mais a bagagem/baús.

     

    As respostas ficam mais lentas, tanto no freio quanto no acelerador. Se você não conhece a pessoa que está na sua garupa, lembre-se que ela pode fazer algum movimento brusco que afete a dirigibilidade da moto. O bom garupa é o “saco de batata”, aquele que acompanha a moto e o motociclista em todas as situações, sem forçar o posicionamento da moto para qualquer lado.

    Até mesmo ao entrar num corredor estreito com um garupeiro inseguro pode causar sustos, pois ele pode tremer e fazer com que a moto se desequilibre. Por outro lado, é muito agradável viajar com uma pessoa em quem se confia, é como um time. A moto, o piloto e o passageiro formam uma “unidade” e tudo funciona como deve ser, em perfeita harmonia.

    Falando no conforto, é importante observar em que condições o passageiro vai viajar na moto.  A distância a se percorrer deverá determinar o grau de conforto necessário para que o passeio não seja um sofrimento. Em geral, as motos esportivas não são adequadas para levar passageiros, suas pedaleiras são muito altas, o que força a viajar com as pernas muito encolhidas. Isso causa cansaço e dores depois de algum tempo. A posição que se viaja, o tamanho do banco e mesmo os amortecedores são itens importantes a observar.

    Por exemplo: Um banco confortável, uma sissy bar (encosto) e um amortecedor adequado podem transformar uma Harley 883, conhecida por não ser muito adequada às garupas, numa excelente opção para se percorrer muitos quilômetros de estrada.

    Procure programar paradas para alongar e descansar um pouco. Um simples café e uma “esticada de pernas” podem fazer milagres.

  • Voo_Solo.html

    Voo Solo

    Aquele momento em que você pega suas coisas, sobe na moto e encara a estrada no melhor estilo “Easy Rider”.

    Viajando sozinho você impõe seu próprio ritmo: seja andar bem devagar naquela estrada deserta, só olhando a paisagem, seja parando para tirar algumas fotos, ou ainda, “brincando” com as curvas pelo caminho. Tudo bem, afinal você está sozinho, não precisa se preocupar em atrasar outros ou olhar no espelho para ver se correu demais.

    Por outro lado, uma grande viagem organizada apenas por amigos (sem o suporte de um “organizador”) pode trazer algumas complicações por conta de horários, destinos e ritmo de estrada. Às vezes, se iniciam antes da viagem começar, para escolher a data de viagem e roteiro, por exemplo.

     
     
    Talvez por conta disso, não raro, pessoas fazem grandes viagens sozinhas.

    Uma viagem solo requer um bom planejamento. Se por um lado é bom ter liberdade, não há ninguém para dar uma mãozinha num momento de aperto.

    Procure levar todos os itens de segurança roupas, acessórios e planeje a viagem com bastante cuidado. No caso das mais longas, procure alguém que já fez através de relatos na Internet, ou mesmo manter contato, pois essas pessoas costumam ter macetes que a experiência proporciona e normalmente adoram compartilhar suas preciosas dicas.

     

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